Quem sou eu para julgar?



Nossa, passei um bom tempo sem postar, foi por falta de tempo, mas hoje trouxe um assunto que tem andado pelas cabeças dos jovens, nos trás duvidas e até mesmo indignação. Bom essa semana tivemos o termino da novela que devo dizer que foi a mais polemica dos últimos tempos "Amor á vida" que levou até colaboradores da própria Rede globo, se indignar devido a assuntos ali tratado. Porém não estou aqui para falar da novela, afinal eu não acompanhei, mas sim de uma simples questão sobre "A Verdade", lendo um artigo de uma revista evangélica Geração JC, me fez parar e pensar, já estamos tão acostumado com mundo, que quando se trata de divorcio, homossexualidade, sexo ante do casamento e traição entre outras coisas mais, nos incumbimos a não julgar, mas será que isso é o correto?



Hoje muitos jovens evangélicos que toma a certa posição de “De quem sou eu para julgar, se a pessoa quer viver assim o problema é dela”. Com tudo esquecemos que só há uma e simples verdade do evangelho e é a nossa privilegiada esperança, que Jesus é a única porta para a nossa salvação, a única forma de relacionarmos com o Pai o criador de tudo. E que somos a Morada do Espirito Santo.
Não podemos simplesmente seguir o evangelho pela metade, temos que ter convicção daquilo que seguimos. Lembre-se Jesus se entregou por inteiro, carecemos de ver que a nossa vida não é fundamentada em consequências, mas deriva do modo de Deus revelado na Bíblia, no nosso manual de instruções. Por exemplo, o sexo antes do casamento é errado, afinal se fosse certo não traria tantas consequências negativas e este estar revelada na bíblia, mesmo que alguns de nossos amigos possam discordar, mas o apostolo Paulo ensina e Deus condena a luxuria e a promiscuidade. Então podemos ver que não existe uma verdade para mim e outra para você. Jesus não é uma opção entre muitas, Ele é o único e verdadeiro caminho e não tem como nos desviar, pois sua palavra é correta e justa e não deixa brechas. Isso não apenas uma veracidade para ser guardada em nossas cabeças e ser esquecidas ao longo do tempo ou até mesma não praticada, não precisamos ter vergonha de quem somos. Somos nada mais que os escolhidos por Deus. E devemos viver isso constantemente. Buscando um relacionamento puro e sustentável com Deus. Então não podemos simplesmente compartilhar do pecado, ele deve sim ser banalizado...



Bom vou ficando por aqui... Comente não leia somente...

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